1 de março de 2010

Purificação


A chuva cai, pura
violentamente sobre meu corpo, lúcido.
Escorre minha alma, limpa
percorre minha mente, viva.

Ela vem intensa, forte, bruta
e machuca a pele branca e sensível, dor física.
O barulho acalma os pensamentos,
o gelo retorna-me a realidade, fato.

Gosto do incomodo, momentâneo... 
sensação de liberdade. (falsa liberdade)

6 comentários:

Carolina Chreem disse...

Seus poemas são muito fortes! gosto deles! são todos a sua cara!!

Carlos Augusto Matos disse...

Amo a chuvaaaaa... Amo tomar banho de chuva... Belo poema linda... Muito bonito...

lourdes disse...

Olá, pequena mocinha:

Tentando te "enxergar' no lindo poema.

Dúvida: o que faz esse "menino" e essa "menina' tão casbibaixos caminhando e se protegendo da chuva... estão solitariamente pensativos... e você, mocinha, permitindo que a água lhe caia na pela alva .... pega "carona" ...andar de braço dado a dois ou a três, embaixo do guarda-chuva é uma experiência única!

lourdes disse...

Bruna, minha picotinha:

É cabisbaixo.... só para provar que sei escrever.... erro de digitação... rsrsrs

Sugestão para essa noite:
Experimente dançar na chuva... cante, sorria.... VIVA a VIDA no seu momento mais "dourado".

Fofura em Biscuit disse...

banho na chuva??ADOROOOOO

Só não gosto quando ela vem intensa,forte e bruta...


BELO POST....


Fique bem!

karen Sheila disse...

Cai a chuva e molha meu amor....